Drone software company unveils plan to invest €1.1M in Castelo Branco

Albatroz Engenharia, a Lisbon-based company specialising in robotics, aeronautics, software, mechanics and electronics, is to set up shop in Castelo Branco, in north-central Portugal, investing some €1.1 million over the next two years, it announced.

Gomes Mota, a company director, explained at a news conference that the unit is to start out at the city’s Centro de Empresas Inovadoras (CEI – Centre of Innovative Businesses) before moving to a hangar at the local aerodrome.

Albatroz, which was founded in March 2006, has a flagship airborne product, Power Line Maintenance Inspection (PLMI) that uses interactive tools and sensors to provide results in real time, helping to improve service quality and reduce maintenance costs.

At an early stage, the unit in Castelo Branco is to recruit a team of six employees in the fields of informatics, aeronautics, electronics, mechanics and electrical engineering. Mota declined to make further projections but suggested more hires were likely.


Futuras instalações no hangar do Aeroclube de Castelo Branco

“If it were only to recruit six people we would not be investing 1.1 million euros in two years,” he stressed.

Luís Correia, the local mayor, hailed the announcement as “an important moment” for the municipality, following its “strategic” investment in the local aerodrome and facilities to attract businesses.

He also highlighted the links with the Polytechnic Institute of Castelo Branco (IPCB), which has invested in the field of aeronautics, especially drones.

As well as its flagship product, Albatroz aims to develop other innovative solutions of high-added value aimed at the needs of customers. In addition to products and software, it provides data analysis services.

Other prototypes include a tool for railway inspection, a 3D modelling system for archaeology or virtual scenarios, and a laser measurement tool (LMT). Solutions developed by the company can also be used in preventing and fighting forest fires, and in geological surveys and mining.

Text: AICEP
Images: Albatroz Engenharia

Central de Cervejas

Cerveja Sagres A caminho da sustentabilidade ambiental

A Central de Cervejas acaba de inaugurar um novo equipamento da operação de enchimento, um investimento de oito milhões. Reduzir o CO2 e poupar na eletricidade e consumo de água são as metas a atingir. A esta aposta há que somar outros investimentos

A pensar na sustentabilidade, a Sociedade Central de Cervejas – dona da Sagres – investiu oito milhões de euros numa nova linha de enchimento de garrafas com tecnologia de última geração. «Esta nova linha de enchimento está dotada de uma tecnologia que tem a capacidade para encher 55 mil garrafas por hora, apresenta uma elevada eficiência, flexibilidade e reduzido impacto ambiental, permitindo uma redução anual até 22% de consumo de CO2, uma poupança de 12.600kWh de eletricidade por ano e a diminuição anual de 96% do consumo de água».

De acordo com a empresa esta nova aposta é o culminar de um forte investimento que tem sido levado a cabo pelo grupo cervejeiro nos últimos cinco anos e que ronda os 140 milhões de euros. A fórmula assenta em projetos de modernização e de crescimento «que abrangem a expansão, a inovação, a sustentabilidade e energias alternativas, não só na Cervejeira de Vialonga, mas também na Sociedade Água de Luso e na Novadis distribuição». Nesse período, também se assistiu a um reforço de pessoal ao duplicar o número de funcionários para os atuais cerca de 1800, graças em parte à integração da distribuição na empresa.

Para o CEO da dona da Sagres não há dúvidas: «Esta inauguração constitui um marco com elevada importância para a Central de Cervejas e para a economia nacional. Continuar a crescer respondendo aos desafios do desenvolvimento sustentável é um compromisso que assumimos para o futuro, seja através do investimento em novos equipamentos ou na qualificação das nossas pessoas. Pretendemos continuar o nosso caminho pela via da modernização e de inovação, respondendo às necessidades dos consumidores de uma forma mais sustentável e gerando valor acrescentado para o mercado nacional e de exportação», afirmou Boris Miloushev.

Também presente nesta cerimónia esteve o ministro Adjunto e da Economia que elogiou a aposta na modernização e inovação da empresa. «Esta linha partilha de objetivos que devem ser centrais na atividade económica do futuro. E quando caminhamos para uma economia que tem de se preparar para os desafios das alterações climáticas, precisamos que todos os agentes económicos partilhem desse esforço», referiu Pedro Siza Vieira.

Estabilização Para trás ficou o clima de tensão que marcou o mês de maio com os trabalhadores da empresa a fazerem greve e deixando no ar a ameaça de rutura de stock no verão. No final de junho, a Sociedade Central de Cervejas e Bebidas acabou por chegar a acordo com o sindicato para aumentos salariais de 2,5%, ainda assim, longe dos 4% reivindicados, num mínimo de 40 euros.

As perspetivas são animadoras. Só os quatro meses de verão – de junho a setembro – representam cerca de 60% das vendas anuais destas bebidas. No entanto, as condições climatéricas, calor e pouco vento, são determinantes para uma boa época de vendas, pois a produção e distribuição de cerveja é uma das indústrias que mais sente o impacto das condições meteorológicas. Perde com o mau tempo, mas ganha com o calor.

Além disso, depois de vários anos de queda, o consumo voltou a subir em Portugal. De acordo com os indicadores AC Nielsen, o mercado cervejeiro nacional cresceu no primeiro trimestre 4,5% em volume e 9,6% em valor quando comparado com igual período do ano passado.

Já no passado, o consumo de cerveja em Portugal cresceu 8%, mas está ainda 14% abaixo dos valores registados em 2008, ou seja, antes da crise, segundo os últimos dados dos Cervejeiros de Portugal, associação que reúne os produtores de cerveja. «Estes resultados refletem quer o aumento do nível de confiança económica dos consumidores, quer o incremento da atividade turística em Portugal no último ano», diz a entidade.

A somar a estes números há que contar ainda com as exportações de cerveja que, no ano passado, rondaram os 200 milhões de litros, um crescimento de 12,6% face ao ano anterior. No caso da Central de Cervejas, os principais mercados de exportação são o europeu, sobretudo França, Luxemburgo, Inglaterra e Andorra e ainda os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).

Portuguesa só de nome Há muito que a cerveja Sagres deixou de ser detida por um grupo nacional. A Central de Cervejas foi comprada, em abril de 2008, pelo grupo Heineken, grupo cervejeiro líder europeu e uma das maiores empresas do mundo, que passou a deter o controlo a 100% da empresa.

Aliás, o mercado mundial de cervejas é dominado por poucos fabricantes, ou seja, é constituído por três multinacionais e centenas de empresas cervejeiras.

Texto: Sol

VILA VITA PARC Launches Its New-Look Armação Beach Club


Prestigious cliff top property, VILA VITA Parc Resort & Spa marks the official start of the summer season in The Algarve with the introduction of its new-look Armação Beach Club. The stylish club stretches across 300 metres of powder soft sand on the idyllic Armação de Pêra beach with a new wooden walkway linking the three restaurants, watersports station and ample sunbathing area.

This summer guests will have the choice of three tantalising restaurants serving an array of delicious fresh seafood, salads and grilled meats including:

  • Só Verão (open only in summer) – the newly-renovated restaurant serves a tempting selection of petiscos (Portuguese tapas) including ctopus salad, sautéed squid, clams bulhão pato, broken eggs and prosciutto, Monchique presunto (cured ham) and locally-caught fish of the day.
  • Praia Dourada – with a focus on delicious balanced and healthy dishes such as fish tacos, veggie burgers, watermelon gazpacho and poké bowls.
  • Arte Náutica lends itself well to long lingering lunches with an elegant menu specialising in fresh fish and seafood dishes, including the speciality dish Mozambique-style prawn curry.

Drinks and dishes from all three restaurants can also be served directly on the beach for guests not wishing to leave the comfort of their sun loungers.

Watersports fans can enjoy jet ski, sailing, stand-up paddle, kayaking and pedal boats with slides into the water, all available for hire from the water sports area. The beach is also fully supervised by fully trained lifeguards during the warmer months. After all that exertion, there are comfy sun loungers and parasols a plenty, perfect for sinking into for an afternoon snooze or with a good book.

In celebration of the arrival of summer, a number of lively new events have been introduced including Sunset sessions at Praia Dourada with creative cocktails and a resident DJ playing rhythmic beats and every Sunday lunchtime in Praia Dourada will see a relaxed Caribbean-themed Beach BBQ accompanied by live music from band, Ben & The Pirates.

Another new addition for summer 2019 is the introduction of a shuttle service for those arriving at the beach club by private yacht, allowing them to dock the boat in the designated VILA VITA PARC sea corridor, followed by a water transfer to the restaurants.

As part of the development and expansion of the Armação Beach Club, VILA VITA PARC is committed to the conservation of the beach and the surrounding area, ensuring that sustainability is top of mind and the preservation of the marine life, with a firm commitment to reduce to not using plastic bottles at the beach club/resort, not using plastic straws and biodegradable packaging.

Garland afirma-se no setor automóvel com uma performance de 98% de eficácia

  • Um estudo realizado pela consultora Deloitte para a Mobinov – Associação do Cluster Automóvel revelou que o setor em Portugal vale aproximadamente 6% do PIB
  • Mercado automóvel representou 14,4% do volume de mercadorias transportadas pela Garland Transport Solutions em 2018

Há já alguns anos que o setor automóvel foi identificado pelo Grupo Garland como um mercado a privilegiar nas suas operações. Hoje, este cluster – que engloba 975 empresas e 10 mil peças e 177 mil automóveis made in Portugal – vale cerca de 11 mil milhões de euros (M€). Afirmando-se como um dos principais players no transporte de cargas deste setor de e para Portugal, a Garland Transport Solutions (GTS) movimenta 120 camiões por semana só no âmbito deste negócio.

“Este é um mercado muito exigente no que ao cumprimento de prazos diz respeito. Um atraso de minutos, pode obrigar a paragens nas linhas de produção, as quais, por sua vez, implicam milhares de euros em prejuízos. A nossa performance ronda os 98% de eficácia e esta é a explicação para sermos um dos maiores players neste mercado”, justifica Jorge Rocha, customer service national director da GTS.

Segundo o responsável, o setor automóvel representou 14,4% da carga movimentada pela GTS em 2018. Recorde-se que a empresa de transportes do Grupo Garland fechou o ano passado com uma faturação de 53,4 m€, mais 4% que a obtida em período homólogo. Isto num ano em que, na via marítima, movimentou 4,5 milhões de toneladas de carga e 6.480 contentores de granéis (bulk), e 1.060 toneladas de carga aérea. Por via terrestre, movimentou 24.630 camiões internacionais e 663 mil toneladas de carga.

Com clientes do setor automóvel em todo o país, é no Parque da Autoeuropa, em Palmela, que a Garland concentra grande parte da sua atividade. Dos 120 camiões semanais que movimenta nos sentidos de importação e exportação, 90 são em serviços para empresas daquele centro empresarial.

“Definitivamente, o nosso sucesso neste mercado está alicerçado na consistência de um serviço, cujos ingredientes são: performance, informação ao cliente, relacionamento com o mesmo e versatilidade”, esclarece Jorge Rocha, para quem “a experiência de anos neste mercado permitiu à Garland desenvolver uma multiplicidade de soluções que abrange todo o tipo de situações”. Esse know-how foi, de acordo com o customer service national director da GTS, construído com base na resposta adequada da empresa a um mercado de alta pressão.

Segundo um estudo realizado pela consultora Deloitte para a Mobinov – Associação do Cluster Automóvel, divulgado no ano passado, o setor automóvel em Portugal é maior do que tinha sido considerado até então. Isto porque, em 2017, a atividade das empresas a operar neste mercado (construtores e fornecedores) valeu perto de 11 mil milhões de euros, o que equivaleu a 5,9% do PIB registado nesse ano.

Ainda de acordo com a Mobinov estão a ser construídos em Portugal 14 modelos de viaturas, nomeadamente o Mitsubishi Fuso Canter, em Abrantes; o Peugeot Partner e o Citroën Berlingo, em Mangualde; o Toyota Land Cruiser, em Ovar; o Volkswagen T-Roc, o Volkswagen Sharan e o Seat Alhambra, em Palmela, e sete autocarros na CaetanoBus, em Gaia. Diz a plataforma, que resulta de uma iniciativa conjunta da Associação Automóvel de Portugal e da Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel, que existem ainda 900 empresas em solo nacional a produzir e a exportar mais de 10 mil componentes.

New addition to our Corporate Members

2019 BPCC Algarve Summer Party

Mindfulness – a collective responsibility for avoiding ‘burnout’ and preserving the mental wellbeing of our workforce

Kindly Sponsored by:

With uncanny foresight to coincide with Mental Health Awareness Week, the BPCC organised another of its popular brainstorming think-tank lunches where a select group were invited to debate an issue which impacts on the workplace. Prompted by the increased prominence on many corporate agendas, we challenged ourselves to discussing “Mindfulness – a collective responsibility for avoiding ‘burnout’ and preserving the mental wellbeing of our workforce”.

Within the convivial surroundings of our regular hosts, the Santiago de Alfama Boutique Hotel, and kindly sponsored by Teresa Patrício & Partners, the discussion was kicked off by BPCC CEO, Chris Barton, who invited participants to suggest their own interpretation of “mindfulness”; what were their personal experiences; did their companies have policies regarding the mental welfare of their employees? and was there a danger that showing care towards an employee’s wellbeing might be confused with invasion of personal space or intrusion?

Blessed with a wonderful blend of backgrounds, the group benefited from a broad range of perspectives; including those who managed multinational corporations with multicultural employees, medical doctors, lawyers, the head of a coding school, human performance coaches, engineers and a headmaster.

We settled on a definition of Mindfulness being “the mental state achieved by focussing one’s awareness on the present moment”, leaving behind preconceptions, biases and mood – concentrating on what is going on in real time.

Whilst many participants advocated focussing on our breathing and posture as part of their routine for attempting a mindful state, others admitted that their best “light-bulb moments” came in the shower, whilst others sensed a certain connectivity when walking barefoot on the sand. Achieving the state of “Here and Now” proved to be challenging within the usual confines of sitting at a desk in a busy office; proximity to nature whilst enjoying passive exercise might provide more conducive conditions for some.

Each participant perceived different types or origins of stress. The school headmaster amongst us not only had to cope with his own issues (like us all), but also the mental welfare of the staff and pupils within his care and the parents which entrusted their precious children to his school. Education is far more than academic learning; developing a ’whole person’ with a healthy body and mind is the true objective. The group reflected on whether we were a lost generation on this matter, and perhaps it would only be the next generation, or the one after that, which would lead with mindfulness at the core of heir culture, values and principles.

It was very enlightening to hear of the amount of mindfulness training which the group had already participated in. Our academic guest shared his scientific findings; one HR director was a practitioner of martial arts so resonated readily with the concept of ridding the mind of distracting thoughts in order to focus, and our speech and presence coach was able to articulate the functions of the left and right hemispheres of the brain in this complex issue. Evolution, parental advice and brain training were all thrown into the mix too. Teaching people how to achieve Nirvana was always going to be a daunting task, though that wasn’t our aim. However, what we did achieve was that each member of the group went away inspired and with further food for thought, in the knowledge that no matter how congested they may find their mental workload, they are not alone; they have made new friends with whom they can share their concerns and in the comfort that there is an attainable solution.

Chamber Members wishing to participate in further editions of these thought-provoking brainstorming think-tank lunches should contact Chris Barton indicating which theme you would be interested in.

Storyline: Bob Williams
The Ops Gents

Brainstorming Lunch ‘Ladies of Influence’

This was a very special invitation only lunch, organised by The BPCC, at the elegant, historic Oporto Cricket and Lawn Tennis Club on a bright, sunshine-filled Spring day, for a group of approximately fifteen invited guests. The guests had been carefully chosen to represent a broad spectrum of both business and life interests, yet offering a fascinating blend of minds and personalities, with the general dual aim of both traditional and curated networking amongst participants, but also to debate a topic of interest to all, with diverse opinions and interpretations, entitled, ‘Ladies of Influence’.

From the moment the guests began to arrive at the spacious bar and terrace, lively conversation sprang up, as pleasantries and introductions took place, common interests discovered, contacts exchanged and an equal mix of business opportunities and the excitement of meeting like-minded, interesting people evolved simultaneously. A wide variety of companies, skills, talents and occupations was represented, from lawyers, telecommunications experts, car rental Account Managers, an Information specialist, an International Negotiator and author, businesspeople, wine producers, ballroom dancing teachers and horse specialists among many others, through to artists, teachers and astrologers. Each guest had ample time to introduce themselves to the group as a whole, and to talk about their particular situation and professional interests.

The joy of this kind of coming together is in the unexpected discovery, not only of new acquaintances and potential friends, or a simple exchange of business cards, but in the creative synergy that forms, the stimulus of new ideas and new ways to cooperate and be of mutual support in business, a synthesis of positive vibrations! Networking at its most effective level.

In fact, the conversation was so vibrant and intense, that the main discussion theme had to wait a little while for all this excitement to lessen a little until we diverted our minds to the main theme. The main question for debate was to share opinion on the rising number of women in leadership positions, now very much on the increase, and to debate as to whether companies were developing the concept of gender parity in their future strategies, with reference to a recent study by EY ‘Is the X chromosome the X factor for business leadership?’ This asserts that companies led by women are more focussed on increasing market share, and women leaders looking to top positions in their respective industries, when compared to men. The study concludes that more women seek businesses which embrace a more collaborative strategy than men, looking for alliances with external partners with a view to innovate. Lively discussion ensued, with the ladies present especially relating their own experiences of the ‘glass ceiling’ in their careers, and of the importance of support both in the workplace and from partners at home.

The meal itself was delicious, comprising a delicate but tasty seafood starter, a main course of either a filled filo pastry Spring roll with mushroom sauce, or a fish dish, and a creamy mousse dessert with fruit salad also an option. Our table was in a wonderful position to view the sports grounds and beautiful trees and flowers, basking in sunlight.

It was a highly enjoyable and successful event, beautifully conceived and organised by Inês, and she is to be thanked and congratulated for both the concept, and the ability to bring together such an extraordinary mix of creative, talented yet driven guests, creating the perfect mix of individuals.

Text&Photos: Linda Janet Chaves

Cushman & Wakefield nomeia dois novos partners europeus

A Cushman & Wakefield anunciou a promoção de Marta Esteves Costa e de Matthew Smith a Partners da consultora.

Marta Esteves Costa é licenciada em Economia pelo ISCTE e tem uma pós-graduação em Finanças pelo INDEG/ISCTE. Desenvolveu nos últimos 15 anos a sua atividade profissional no mercado imobiliário comercial, estando desde 2005 na Cushman & Wakefield como Diretora de Research & Consultoria. Tem uma vasta experiência de liderança de equipas, tendo montado entre 2015 e 2017 a equipa de Research da Cushman & Wakefield em Espanha. É ainda membro efetivo do RICS (Royal Institution of Chartered Surveyors) desde 2009.

Por sua vez, Matthew Smith Matthew Smith é licenciado em Engenharia Civil pela University of South Wales no Reino Unido. Desenvolveu nos últimos 23 anos a sua atividade profissional na área de construção e gestão de projeto, bem como no mercado imobiliário comercial. Ingressou na Cushman & Wakefield em 2006 como diretor da área de Gestão de Projetos. Tem gerido o crescimento do departamento, que conta atualmente com uma equipa de 12 profissionais e fornece uma gama completa de serviços de consultoria, tais como arquitetura, workplace strategy, technical due diligence, gestão de projeto e fiscalização e coordenação de segurança em obra.

Segundo Eric van Leuven, diretor-geral da Cushman & Wakefield em Portugal, “Estas promoções representam um reconhecimento pessoal importante destes nossos colaboradores – pela sua dedicação à firma e aos clientes, pelo seu estatuto no mercado, e pela sua capacidade de gerar negócio. A ambos foi reconhecido o contributo muito importante ao longo de mais de 12 anos ao serviço da empresa. As nomeações demonstram também a maturidade do escritório de Lisboa e a confiança internacional na operação de Portugal”.

Atualmente, o escritório de Lisboa da Cushman & Wakefield conta com mais de 90 colaboradores, dos quais 10 Partners – Eric van Leuven, André Navarro (Gestão de Centros Comerciais), Bruno Silva (Gestão de Imóveis), Carlos Oliveira (Escritórios), David Lopes (Capital Markets), Marta Esteves Costa (Research), Matthew Smith (Gestão de Projetos), Paulo Sarmento (Capital Markets), Ricardo Reis (Avaliação & Advisory) e Sandra Campos (Retalho).

Sobre a Cushman & Wakefield
A Cushman & Wakefield (NYSE: CWK) é uma consultora líder global em serviços imobiliários que cria valor significativo a ocupantes e investidores em todo o mundo. A Cushman & Wakefield está entre as maiores empresas de serviços imobiliários com 51.000 colaboradores distribuídos por 400 escritórios em 70 países. Em 2018, a consultora registou uma faturação de 8,2 mil milhões de dólares através de serviços de agência, representação de inquilinos, vendas e aquisições, gestão de imóveis, gestão de projetos, consultoria e avaliações. Para saber mais visite www.cushmanwakefield.pt

The Next Step

Today marks the beginning of a new, dynamic chapter in PLMJ’s story, with a new head office in Lisbon at Avenida Fontes Pereira de Melo, and a new visual identity, which we are now proud to reveal.

The new brand reflects who we are, a law firm that thrives on change and combines a multi-practice service with our bespoke legal craftsmanship.

We maintain the same integrity, audacity and open-mindedness needed to be indispensable team mates in lives and businesses of our customers and partners.

We cannot hide our enthusiasm for this new phase, in which we will continue to strengthen the cooperation between our more than 400 people in Portugal and in various strategic locations around the world.

Thank you for being part of our future.

WE ARE PLMJ