Portugal Confidential Travel and Minor Hotels Partner Hosts Major Luxury Travel Company in Portugal

Portugal Confidential Travel, the Algarve-based luxury destination management consultant, together with Minor Hotels, hosted a familization trip for eight travel agents of Frosch International Travel in May 2019. The aim was to promote Portugal as a destination able to accommodate Frosch’s preferred clients, leisure and business travelers, and to showcase many luxury service providers in Lisbon, Algarve and Sintra.

“The number of American tourists to Portugal has increased considerably in the last two years,” says Portugal Confidential Travel Co-Owner Cathy Leibman. “We really wanted Frosch to indulge in the Portuguese culture, as well as understand that the luxury hospitality business is prepared to welcome their clients.”

Accommodations and many of the meals for the Frosch agents were provided by Minor Hotels. The group stayed two nights each at the Tivoli Avenida Liberdade, Anantara Vilamoura and Tivoli Palácio de Seteais.

“It is important that Frosch agents experience Anantara and Tivoli properties in Portugal, and get a sense for the high level of service we offer,” mentions Frederico Ayala, Director of Luxury Sales at Minor. “We were pleased to coordinate this activity with Portugal Confidential Travel.”

Throughout the trip, transfers in V-Class Mercedes were provided by VIP Chauffeurs Algarve.

The itinerary of unique experiences created by Portugal Confidential Travel included dinner at José Avillez’s BECO Gourmet Cabaret, private tours of Lisbon and Sintra by Blue Collective, lunch at Louro Restaurant at Conrad Algarve, a yachting excursion by Liv Lux, followed by a Benegil cave exploration with Taruga Tours, an evening at VILA VITA Parc’s Fine Wines & Food Fair, lunch at Tivoli Évora and dinner at Casal Sta. Maria winery.

“From start to finish, the Frosch agents were very impressed with the high level of service and abundance of luxury activities available in Portugal,” offered Portugal Confidential Co-owner Greg Boegner.

Welcome Home to Portugal

Morais Leitão atribui Prémio Inovação pela primeira vez

A Morais Leitão atribuiu esta semana, pela primeira vez, o seu Prémio Inovação, um recém-inaugurado galardão interno da sociedade.

A vencedora foi Patrícia Carvalho, colaboradora e assistente da Morais Leitão, com um projeto de rotação internacional de advogados e colaboradores da sociedade, de modo a aprofundar a partilha de procedimentos dentro de uma rede que já conta com escritórios em três continentes.

O prémio consiste numa viagem à escolha da vencedora, com a condição única de englobar uma visita a qualquer uma das sbr>ociedades que integram a rede Morais Leitão Legal Circle – Portugal, Angola, Moçambique, Macau e Hong Kong.

Nesta primeira edição do Prémio Inovação da Morais Leitão foram apresentadas a concurso 30 ideias. O sucesso do projeto reflete a forma como todos os advogados e colaboradores vivem ativamente o crescimento da sociedade, com uma consciência atenta ao seu desenvolvimento, participando e integrando comentários, sugestões e críticas, sempre marcados por um forte espírito de iniciativa.

As propostas de Inês Magalhães Correia, José Maria Montenegro, Maria Rupia Lopes e Paula Lopes mereceram ainda a atribuição de menções honrosas, pela sua qualidade.

Este prémio é uma das iniciativas resultantes de um intenso diálogo interno em torno da inovação, que se tem caracterizado pela maneira alargada, inclusiva e participativa como decorre.

Sobre a Morais Leitão

A Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados é uma sociedade com uma longa experiência de liderança no mercado português. De renome internacional, conquistou uma reputação de excelência entre pares e clientes em relação ao elevado rigor técnico dos serviços prestados, aos valores éticos e à abordagem inovadora das questões, traduzida no reconhecimento sucessivo e consistente em prémios atribuídos à sociedade e aos seus advogados a título individual.

Através da rede Morais Leitão Legal Circle, a Morais Leitão apresenta uma equipa de mais de 250 advogados, a partir de escritórios em Portugal (Lisboa, Porto e Funchal), Angola, Hong Kong, Macau e Moçambique.

BuzzStreets: a nova aquisição do Manchester City

A startup portuguesa vai desenvolver a aplicação de mobilidade do campeão inglês, que permitirá não só facilitar a vida aos adeptos nos dias de jogo, como criar uma maior ligação com o clube

O que têm em comum os softwares que gerem a mobilidade das 120 mil pessoas que circulam todos os dias em Canary Wharf, em Londres, dos hospitais da Universidade de Coimbra, de vários aeroportos e centros comerciais e, a partir do próximo ano, dos adeptos do Manchester City? Todos eles foram, ou estão a ser, desenvolvidos por uma startup portuguesa, a BuzzStreets, empresa que se dedica ao mapeamento e navegação no interior de grandes edifícios.

O contrato com o Manchester City foi assinado em maio, após um processo de seleção de cinco meses, no qual estiveram envolvidos 350 candidatos. A BuzzStreets acabou por ser uma das dez empresas selecionadas. Todas elas irão desenvolver tecnologias diferentes que depois serão integradas numa só aplicação. A startup portuguesa ficou responsável por toda a área de navegação e mapeamento, ou seja, da mobilidade dos adeptos. “A ideia do clube é, através da app, proporcionar uma melhor experiência aos seus adeptos”, esclarece João Fernandes, CEO e fundador da BuzzStreets.

Com a tecnologia da empresa portuguesa, os fãs do clube de Pep Guardiola conseguem encontrar todos os serviços de transporte, com rotas e horários, disponíveis nos dias dos jogos, independentemente do local onde se encontrem. Caso prefiram levar o carro, podem, através da app, fazer a marcação de um lugar de garagem no interior do estádio. A aplicação leva-o até esse lugar e, posteriormente, faz a navegação indoor até à porta de entrada correspondente à sua cadeira no recinto.

Além da utilidade para os adeptos, a aplicação terá um potencial enorme para gerar receitas extra para o clube, pois consegue interagir diretamente com as pessoas antes, durante e depois dos jogos. “A meia hora antes do jogo, os 15 minutos do intervalo e os 15 ou 30 minutos após o desafio, podem valer muito dinheiro para um clube como o City”, explica João Fernandes.

Pode, por exemplo, dizer ao adepto qual o bar menos congestionado durante o intervalo e conduzi-lo até ao local. Promover produtos da loja do clube, etc. Pode ainda convidar um adepto a visitar os balneários, a descer ao relvado, ou fazer um upgrade para um camarote. As possibilidades de reação em tempo real são inúmeras. Caso a aplicação resulte no Manchester City, existe uma forte possibilidade que ela venha a ser reproduzida nos outros clubes que pertencem ao dono do campeão inglês, o multimilionário xeque árabe Mansour bin Zayed Al Nahyan, que controla os clubes de futebol New York City (EUA) e Melbourne City (Austrália).

Além de conseguir este acordo com o Manchester City, a BuzzStreets está a fechar um contrato com um dos maiores hospitais de Londres, cujo nome João Fernandes não quer revelar antes de o processo estar concluído, mas admite que “é um dos mais emblemáticos da cidade.

“A navegação indoor é uma tecnologia que todas as cidades terão a funcionar dentro de poucos anos”
João Fernandes
CEO da BuzzStreets

Será um contrato que nos dará uma projeção muito grande”. A BuzzStreets está também a desenvolver a aplicação para o Centro Hospitalar da Universidade de Coimbra, que deverá entrar em funcionamento muito em breve.

E qual a aplicabilidade de uma app como esta num hospital? Um estudo recente, feito no Reino Unido, mostrou que o serviço de saúde perde cerca de mil milhões de libras por ano com as pessoas que faltam às consultas. Entre as principais razões que conduzem a essas faltas estão as deslocações – na sua maioria, pessoas mais debilitadas que têm receio de conduzir ou desconhecem os sistemas de transportes –, e a dificuldade em encontrar um determinado serviço ou especialidade dentro do hospital, o que pode criar uma situação de stresse que leva a pessoa a falhar a consulta. E, mais do que a perda de dinheiro, essas faltas vão engrossando as cada vez mais longas listas de espera dos hospitais. Para resolver este problema, a BuzzStreets quer trazer o paciente desde casa até à porta da especialidade onde tem a consulta ou o tratamento. “A nossa aplicação avisa o utilizador no dia anterior ao da consulta. Mostramos os serviços de transporte disponíveis e os respetivos horários. Já dentro do hospital, a app dá as direções à pessoa, tal como um GPS, até ela chegar ao local exato da consulta”, explica João Fernandes.

O interesse por este tipo de serviço tem vindo a crescer e João Fernandes acredita que estes novos contratos irão dar uma maior notoriedade à BuzzStreets, o que poderá fazer de 2019 “o ano em que iremos crescer em força”. Apesar deste sucesso, a sua vida de empreendedor nem sempre lhe correu bem. O caminho para chegar até aqui foi longo e atribulado. Antes da BuzzStreets, João Fernandes já tinha formado outras empresas que acabaram por falhar. “Endividei-me até à quinta casa, mas não parei de tentar”, afirma o gestor. A própria BuzzStreets nasceu com o modelo de negócio errado. A primeira ideia foi a de criar uma solução para melhorar o tráfego em Lisboa. “Nessa altura não existia Waze e o Google Maps ainda estava no princípio. Não havia qualquer informação em tempo real para os condutores. Apercebi-me de que Lisboa tinha, sem contar com acidentes, uma média de 600 ocorrências por dia que afetavam a circulação automóvel, como as obras na via, reparação de sinaléticas, etc.”, lembra.

A ideia de João Fernandes era conseguir agregar toda essa informação e dá-la em tempo real às pessoas que circulavam em Lisboa, de forma a que estas pudessem escolher outro itinerário. Apresentou a ideia aos serviços de mobilidade da Câmara Municipal de Lisboa, que se mostrou muito interessada. “Na própria câmara tinham dificuldade em centralizar todas estas ocorrências, porque muitas delas eram de departamentos diferentes. A comunicação era feita por papel e não era atualizada em tempo real. A aplicação era também uma mais-valia para eles.” A app chegou a ser lançada em 2014, numa espécie de projeto-piloto. Em poucas semanas, a BuzzStreets conseguiu mais de 7 mil utilizadores.

O projeto parecia ter arrancado em força, mas depressa João Fernandes se apercebeu de que o modelo de negócio não era sustentável. “Todos a queriam utilizar, mas ninguém a queria pagar.” Tentámos junto da Câmara Municipal do Porto e a resposta foi a mesma. Até que fomos contactados pelo Ayuntamiento de Madrid que, tal como os outros, se mostrou muito interessado no projeto. Mas, passados uns meses, a resposta acabou por ser a mesma da de Lisboa e do Porto.

Quando tudo parecia perdido e já quase pronto para pôr mais uma ideia no lixo, eis que, em 2015, surge um contacto de Londres, mais propriamente da empresa que gere a área de Canary Wharf, uma zona da capital inglesa onde se concentram as sedes dos grandes bancos e de muitas das maiores empresas daquele país. É uma verdadeira cidade dentro de Londres, com cerca de 40 hectares, para onde se deslocam todos os dias mais de 120 mil pessoas. A sociedade que gere este espaço, a Canary Wharf Group, quis melhorar todos os serviços naquela zona e procurou empresas para criar tecnologia que permitisse uma melhor gestão do espaço e dos serviços.

Acharam que a tecnologia desenvolvida pela BuzzSttreets se adaptava às suas pretensões e contactaram a empresa portuguesa. “Nem hesitei. Peguei nas malas e fui para Londres com a minha equipa”, lembra.

Para criar uma solução que fosse ao encontro da resolução dos problemas de mobilidade da zona, estiveram durante quatro meses a estudar o local, com vários inquéritos de rua para perceber as verdadeiras dificuldades de quem se move naquele espaço. Afinal, existem em Canary Wharf 37 arranha-céus e cinco grandes centros comerciais.

Fizeram primeiro um projeto-piloto e, em 2017, lançaram a aplicação de navegação indoor que está agora em uso naquele local e que consegue guiar as pessoas desde o momento em que entram em Canary Wharf até ao escritório ou loja que pretendem encontrar, estejam estes numa cave ou no 20º piso de qualquer edifício.

A ALMA DO NEGÓCIO

Os serviços de navegação são, hoje em dia, dos mais comuns entre todas as aplicações que estão disponíveis. No entanto, até agora, a BuzzStreets é das primeiras startups a oferecer navegação dentro de portas, onde não existe GPS para dar indicações.

Como funciona então este serviço? Esta é a matéria sobre a qual João Fernandes não gosta de abrir muito o jogo. “Como o GPS não funciona dentro das estruturas, nós tivemos de desenvolver uma tecnologia indoor, que passa pelo uso de wi-fi, com triangulação dos beacons (bluetooth low energy). Desta forma, sabemos onde a pessoa está e levamo-la onde ela quer ir”, explica.

No entanto, como a BuzzStreets dá informação ao utilizador em vários pisos diferentes, como é que sabe se a pessoa desceu dois ou três andares no elevador? “Esse é o grande segredo do nosso negócio. Já tivemos clientes que vieram ter connosco, porque os nossos concorrentes não conseguem fazer essa transição entre pisos.”

A BuzzStreets apresenta-se como uma empresa pioneira na navegação de interiores, um mercado que, para o gestor, “ainda é uma incógnita”, mas que, no futuro, irá estar presente em todas as cidades. “Temos muitos potenciais clientes que estão a ver como é que isto vai funcionar, para depois avançarem também com soluções deste tipo”, diz.

Para João Fernandes já não há volta a dar: “É uma tecnologia que todas as cidades vão ter a funcionar dentro de poucos anos. A mobilidade das pessoas passará da rua para as grandes estruturas, como centros comerciais, museus, hospitais, entre outros.”

Após várias tentativas falhadas e um enorme endividamento, João Fernandes parece estar no caminho certo com uma tecnologia inovadora. Afinal, como disse Henry Ford, um dos homens mais disruptivos do princípio do século XX, “o falhanço é simplesmente a oportunidade de começar outra vez, de forma mais inteligente”.

Texto Paulo M. Santos
Fotos Paulo Jorge Figueiredo
Revista Exame

Drone software company unveils plan to invest €1.1M in Castelo Branco

Albatroz Engenharia, a Lisbon-based company specialising in robotics, aeronautics, software, mechanics and electronics, is to set up shop in Castelo Branco, in north-central Portugal, investing some €1.1 million over the next two years, it announced.

Gomes Mota, a company director, explained at a news conference that the unit is to start out at the city’s Centro de Empresas Inovadoras (CEI – Centre of Innovative Businesses) before moving to a hangar at the local aerodrome.

Albatroz, which was founded in March 2006, has a flagship airborne product, Power Line Maintenance Inspection (PLMI) that uses interactive tools and sensors to provide results in real time, helping to improve service quality and reduce maintenance costs.

At an early stage, the unit in Castelo Branco is to recruit a team of six employees in the fields of informatics, aeronautics, electronics, mechanics and electrical engineering. Mota declined to make further projections but suggested more hires were likely.


Futuras instalações no hangar do Aeroclube de Castelo Branco

“If it were only to recruit six people we would not be investing 1.1 million euros in two years,” he stressed.

Luís Correia, the local mayor, hailed the announcement as “an important moment” for the municipality, following its “strategic” investment in the local aerodrome and facilities to attract businesses.

He also highlighted the links with the Polytechnic Institute of Castelo Branco (IPCB), which has invested in the field of aeronautics, especially drones.

As well as its flagship product, Albatroz aims to develop other innovative solutions of high-added value aimed at the needs of customers. In addition to products and software, it provides data analysis services.

Other prototypes include a tool for railway inspection, a 3D modelling system for archaeology or virtual scenarios, and a laser measurement tool (LMT). Solutions developed by the company can also be used in preventing and fighting forest fires, and in geological surveys and mining.

Text: AICEP
Images: Albatroz Engenharia

Central de Cervejas

Cerveja Sagres A caminho da sustentabilidade ambiental

A Central de Cervejas acaba de inaugurar um novo equipamento da operação de enchimento, um investimento de oito milhões. Reduzir o CO2 e poupar na eletricidade e consumo de água são as metas a atingir. A esta aposta há que somar outros investimentos

A pensar na sustentabilidade, a Sociedade Central de Cervejas – dona da Sagres – investiu oito milhões de euros numa nova linha de enchimento de garrafas com tecnologia de última geração. «Esta nova linha de enchimento está dotada de uma tecnologia que tem a capacidade para encher 55 mil garrafas por hora, apresenta uma elevada eficiência, flexibilidade e reduzido impacto ambiental, permitindo uma redução anual até 22% de consumo de CO2, uma poupança de 12.600kWh de eletricidade por ano e a diminuição anual de 96% do consumo de água».

De acordo com a empresa esta nova aposta é o culminar de um forte investimento que tem sido levado a cabo pelo grupo cervejeiro nos últimos cinco anos e que ronda os 140 milhões de euros. A fórmula assenta em projetos de modernização e de crescimento «que abrangem a expansão, a inovação, a sustentabilidade e energias alternativas, não só na Cervejeira de Vialonga, mas também na Sociedade Água de Luso e na Novadis distribuição». Nesse período, também se assistiu a um reforço de pessoal ao duplicar o número de funcionários para os atuais cerca de 1800, graças em parte à integração da distribuição na empresa.

Para o CEO da dona da Sagres não há dúvidas: «Esta inauguração constitui um marco com elevada importância para a Central de Cervejas e para a economia nacional. Continuar a crescer respondendo aos desafios do desenvolvimento sustentável é um compromisso que assumimos para o futuro, seja através do investimento em novos equipamentos ou na qualificação das nossas pessoas. Pretendemos continuar o nosso caminho pela via da modernização e de inovação, respondendo às necessidades dos consumidores de uma forma mais sustentável e gerando valor acrescentado para o mercado nacional e de exportação», afirmou Boris Miloushev.

Também presente nesta cerimónia esteve o ministro Adjunto e da Economia que elogiou a aposta na modernização e inovação da empresa. «Esta linha partilha de objetivos que devem ser centrais na atividade económica do futuro. E quando caminhamos para uma economia que tem de se preparar para os desafios das alterações climáticas, precisamos que todos os agentes económicos partilhem desse esforço», referiu Pedro Siza Vieira.

Estabilização Para trás ficou o clima de tensão que marcou o mês de maio com os trabalhadores da empresa a fazerem greve e deixando no ar a ameaça de rutura de stock no verão. No final de junho, a Sociedade Central de Cervejas e Bebidas acabou por chegar a acordo com o sindicato para aumentos salariais de 2,5%, ainda assim, longe dos 4% reivindicados, num mínimo de 40 euros.

As perspetivas são animadoras. Só os quatro meses de verão – de junho a setembro – representam cerca de 60% das vendas anuais destas bebidas. No entanto, as condições climatéricas, calor e pouco vento, são determinantes para uma boa época de vendas, pois a produção e distribuição de cerveja é uma das indústrias que mais sente o impacto das condições meteorológicas. Perde com o mau tempo, mas ganha com o calor.

Além disso, depois de vários anos de queda, o consumo voltou a subir em Portugal. De acordo com os indicadores AC Nielsen, o mercado cervejeiro nacional cresceu no primeiro trimestre 4,5% em volume e 9,6% em valor quando comparado com igual período do ano passado.

Já no passado, o consumo de cerveja em Portugal cresceu 8%, mas está ainda 14% abaixo dos valores registados em 2008, ou seja, antes da crise, segundo os últimos dados dos Cervejeiros de Portugal, associação que reúne os produtores de cerveja. «Estes resultados refletem quer o aumento do nível de confiança económica dos consumidores, quer o incremento da atividade turística em Portugal no último ano», diz a entidade.

A somar a estes números há que contar ainda com as exportações de cerveja que, no ano passado, rondaram os 200 milhões de litros, um crescimento de 12,6% face ao ano anterior. No caso da Central de Cervejas, os principais mercados de exportação são o europeu, sobretudo França, Luxemburgo, Inglaterra e Andorra e ainda os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).

Portuguesa só de nome Há muito que a cerveja Sagres deixou de ser detida por um grupo nacional. A Central de Cervejas foi comprada, em abril de 2008, pelo grupo Heineken, grupo cervejeiro líder europeu e uma das maiores empresas do mundo, que passou a deter o controlo a 100% da empresa.

Aliás, o mercado mundial de cervejas é dominado por poucos fabricantes, ou seja, é constituído por três multinacionais e centenas de empresas cervejeiras.

Texto: Sol

VILA VITA PARC Launches Its New-Look Armação Beach Club


Prestigious cliff top property, VILA VITA Parc Resort & Spa marks the official start of the summer season in The Algarve with the introduction of its new-look Armação Beach Club. The stylish club stretches across 300 metres of powder soft sand on the idyllic Armação de Pêra beach with a new wooden walkway linking the three restaurants, watersports station and ample sunbathing area.

This summer guests will have the choice of three tantalising restaurants serving an array of delicious fresh seafood, salads and grilled meats including:

  • Só Verão (open only in summer) – the newly-renovated restaurant serves a tempting selection of petiscos (Portuguese tapas) including ctopus salad, sautéed squid, clams bulhão pato, broken eggs and prosciutto, Monchique presunto (cured ham) and locally-caught fish of the day.
  • Praia Dourada – with a focus on delicious balanced and healthy dishes such as fish tacos, veggie burgers, watermelon gazpacho and poké bowls.
  • Arte Náutica lends itself well to long lingering lunches with an elegant menu specialising in fresh fish and seafood dishes, including the speciality dish Mozambique-style prawn curry.

Drinks and dishes from all three restaurants can also be served directly on the beach for guests not wishing to leave the comfort of their sun loungers.

Watersports fans can enjoy jet ski, sailing, stand-up paddle, kayaking and pedal boats with slides into the water, all available for hire from the water sports area. The beach is also fully supervised by fully trained lifeguards during the warmer months. After all that exertion, there are comfy sun loungers and parasols a plenty, perfect for sinking into for an afternoon snooze or with a good book.

In celebration of the arrival of summer, a number of lively new events have been introduced including Sunset sessions at Praia Dourada with creative cocktails and a resident DJ playing rhythmic beats and every Sunday lunchtime in Praia Dourada will see a relaxed Caribbean-themed Beach BBQ accompanied by live music from band, Ben & The Pirates.

Another new addition for summer 2019 is the introduction of a shuttle service for those arriving at the beach club by private yacht, allowing them to dock the boat in the designated VILA VITA PARC sea corridor, followed by a water transfer to the restaurants.

As part of the development and expansion of the Armação Beach Club, VILA VITA PARC is committed to the conservation of the beach and the surrounding area, ensuring that sustainability is top of mind and the preservation of the marine life, with a firm commitment to reduce to not using plastic bottles at the beach club/resort, not using plastic straws and biodegradable packaging.

Garland afirma-se no setor automóvel com uma performance de 98% de eficácia

  • Um estudo realizado pela consultora Deloitte para a Mobinov – Associação do Cluster Automóvel revelou que o setor em Portugal vale aproximadamente 6% do PIB
  • Mercado automóvel representou 14,4% do volume de mercadorias transportadas pela Garland Transport Solutions em 2018

Há já alguns anos que o setor automóvel foi identificado pelo Grupo Garland como um mercado a privilegiar nas suas operações. Hoje, este cluster – que engloba 975 empresas e 10 mil peças e 177 mil automóveis made in Portugal – vale cerca de 11 mil milhões de euros (M€). Afirmando-se como um dos principais players no transporte de cargas deste setor de e para Portugal, a Garland Transport Solutions (GTS) movimenta 120 camiões por semana só no âmbito deste negócio.

“Este é um mercado muito exigente no que ao cumprimento de prazos diz respeito. Um atraso de minutos, pode obrigar a paragens nas linhas de produção, as quais, por sua vez, implicam milhares de euros em prejuízos. A nossa performance ronda os 98% de eficácia e esta é a explicação para sermos um dos maiores players neste mercado”, justifica Jorge Rocha, customer service national director da GTS.

Segundo o responsável, o setor automóvel representou 14,4% da carga movimentada pela GTS em 2018. Recorde-se que a empresa de transportes do Grupo Garland fechou o ano passado com uma faturação de 53,4 m€, mais 4% que a obtida em período homólogo. Isto num ano em que, na via marítima, movimentou 4,5 milhões de toneladas de carga e 6.480 contentores de granéis (bulk), e 1.060 toneladas de carga aérea. Por via terrestre, movimentou 24.630 camiões internacionais e 663 mil toneladas de carga.

Com clientes do setor automóvel em todo o país, é no Parque da Autoeuropa, em Palmela, que a Garland concentra grande parte da sua atividade. Dos 120 camiões semanais que movimenta nos sentidos de importação e exportação, 90 são em serviços para empresas daquele centro empresarial.

“Definitivamente, o nosso sucesso neste mercado está alicerçado na consistência de um serviço, cujos ingredientes são: performance, informação ao cliente, relacionamento com o mesmo e versatilidade”, esclarece Jorge Rocha, para quem “a experiência de anos neste mercado permitiu à Garland desenvolver uma multiplicidade de soluções que abrange todo o tipo de situações”. Esse know-how foi, de acordo com o customer service national director da GTS, construído com base na resposta adequada da empresa a um mercado de alta pressão.

Segundo um estudo realizado pela consultora Deloitte para a Mobinov – Associação do Cluster Automóvel, divulgado no ano passado, o setor automóvel em Portugal é maior do que tinha sido considerado até então. Isto porque, em 2017, a atividade das empresas a operar neste mercado (construtores e fornecedores) valeu perto de 11 mil milhões de euros, o que equivaleu a 5,9% do PIB registado nesse ano.

Ainda de acordo com a Mobinov estão a ser construídos em Portugal 14 modelos de viaturas, nomeadamente o Mitsubishi Fuso Canter, em Abrantes; o Peugeot Partner e o Citroën Berlingo, em Mangualde; o Toyota Land Cruiser, em Ovar; o Volkswagen T-Roc, o Volkswagen Sharan e o Seat Alhambra, em Palmela, e sete autocarros na CaetanoBus, em Gaia. Diz a plataforma, que resulta de uma iniciativa conjunta da Associação Automóvel de Portugal e da Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel, que existem ainda 900 empresas em solo nacional a produzir e a exportar mais de 10 mil componentes.

Cushman & Wakefield nomeia dois novos partners europeus

A Cushman & Wakefield anunciou a promoção de Marta Esteves Costa e de Matthew Smith a Partners da consultora.

Marta Esteves Costa é licenciada em Economia pelo ISCTE e tem uma pós-graduação em Finanças pelo INDEG/ISCTE. Desenvolveu nos últimos 15 anos a sua atividade profissional no mercado imobiliário comercial, estando desde 2005 na Cushman & Wakefield como Diretora de Research & Consultoria. Tem uma vasta experiência de liderança de equipas, tendo montado entre 2015 e 2017 a equipa de Research da Cushman & Wakefield em Espanha. É ainda membro efetivo do RICS (Royal Institution of Chartered Surveyors) desde 2009.

Por sua vez, Matthew Smith Matthew Smith é licenciado em Engenharia Civil pela University of South Wales no Reino Unido. Desenvolveu nos últimos 23 anos a sua atividade profissional na área de construção e gestão de projeto, bem como no mercado imobiliário comercial. Ingressou na Cushman & Wakefield em 2006 como diretor da área de Gestão de Projetos. Tem gerido o crescimento do departamento, que conta atualmente com uma equipa de 12 profissionais e fornece uma gama completa de serviços de consultoria, tais como arquitetura, workplace strategy, technical due diligence, gestão de projeto e fiscalização e coordenação de segurança em obra.

Segundo Eric van Leuven, diretor-geral da Cushman & Wakefield em Portugal, “Estas promoções representam um reconhecimento pessoal importante destes nossos colaboradores – pela sua dedicação à firma e aos clientes, pelo seu estatuto no mercado, e pela sua capacidade de gerar negócio. A ambos foi reconhecido o contributo muito importante ao longo de mais de 12 anos ao serviço da empresa. As nomeações demonstram também a maturidade do escritório de Lisboa e a confiança internacional na operação de Portugal”.

Atualmente, o escritório de Lisboa da Cushman & Wakefield conta com mais de 90 colaboradores, dos quais 10 Partners – Eric van Leuven, André Navarro (Gestão de Centros Comerciais), Bruno Silva (Gestão de Imóveis), Carlos Oliveira (Escritórios), David Lopes (Capital Markets), Marta Esteves Costa (Research), Matthew Smith (Gestão de Projetos), Paulo Sarmento (Capital Markets), Ricardo Reis (Avaliação & Advisory) e Sandra Campos (Retalho).

Sobre a Cushman & Wakefield
A Cushman & Wakefield (NYSE: CWK) é uma consultora líder global em serviços imobiliários que cria valor significativo a ocupantes e investidores em todo o mundo. A Cushman & Wakefield está entre as maiores empresas de serviços imobiliários com 51.000 colaboradores distribuídos por 400 escritórios em 70 países. Em 2018, a consultora registou uma faturação de 8,2 mil milhões de dólares através de serviços de agência, representação de inquilinos, vendas e aquisições, gestão de imóveis, gestão de projetos, consultoria e avaliações. Para saber mais visite www.cushmanwakefield.pt

The Next Step

Today marks the beginning of a new, dynamic chapter in PLMJ’s story, with a new head office in Lisbon at Avenida Fontes Pereira de Melo, and a new visual identity, which we are now proud to reveal.

The new brand reflects who we are, a law firm that thrives on change and combines a multi-practice service with our bespoke legal craftsmanship.

We maintain the same integrity, audacity and open-mindedness needed to be indispensable team mates in lives and businesses of our customers and partners.

We cannot hide our enthusiasm for this new phase, in which we will continue to strengthen the cooperation between our more than 400 people in Portugal and in various strategic locations around the world.

Thank you for being part of our future.

WE ARE PLMJ