O atelier industrial Paula Borges «soma e segue». Antecipando um crescimento de 10% comparativamente a 2016, a empresa mune-se das competências associadas à qualidade premium e à capacidade de resposta, para se evidenciar no nicho de mercado da alta-costura .

"Somos conhecidos e procuram-nos muito pelo savoir-faire, detalhes, sedas. Costumo dizer que tudo o que os outros não conseguem fazer, vêm ter a nossa casa para fazer", afirma o diretor comercial Paulo Faria ao Portugal Têxtil.




Vocacionada a 100% para a exportação, a Paula Borges tem o mercado Inglês como um destino em expansão, junto do qual despertada um interesse crescente. Os mercados italiano, alemão e, principalmente, sueco seguem o exemplo britânico e, mais recentemente, somou o americano, marcado pelo contacto prévio da Michael Kors.

"Esses designers e casas de moda procuram-nos cada vez mais», reconhece o diretor comercial, explicando que «o segredo é procurar nichos de mercado, adaptar a estratégia, industrializar cada vez mais as nossas unidades, isso é fundamental. Sem máquinas próprias cada vez mais evoluídas, não conseguimos".

Para Paulo Faria, a vantagem competitiva face aos mercados concorrentes como a Roménia, a Polónia e a China é «a mão-de-obra mais qualificada e qualidade premium. (…) a distancia e as quantidades mais pequenas são as nossas mais-valias».

Com a convicção assertiva de que os produtos de valor acrescentado são o trunfo de Portugal no panorama internacional, o diretor comercial da Paula Borges defende que «se continuarmos nesta senda de produto qualificado, resposta rápida, cumprir datas de entrega, os clientes vêm e não vão embora, eles ficam».

Focada no crescimento contínuo na ordem dos 5% a 10%, ao ano, a empresa tem previsto a implementação do serviço de corte, agendada para o inicio do próximo semestre, com vista à integração vertical na sua estrutura.

Revelando uma quota de 70% dedicada ao private label e 30% à marca própria, o projeto desenhado para os próximos três anos será inverter a tendência e equilibrar a metade as percentagens, ainda que seja difícil contrariar a imposição do private label devido à afluência de solicitações por parte das grandes marcas, admite Paulo Faria.

Com duas unidades de produção, na Maia e em Baião, que perfazem um corpo de 100 trabalhadores, o diretor comercial salienta que um dos maiores entraves da atualidade é a falta de mão-de-obra qualificada. A expansão para Baião, há dois anos, surgiu de uma parceria com a Câmara Municipal local que encontrou recursos humanos dispostos a trabalhar e, também, a aprender.

Recetiva a novos projetos, como a produção de vestidos de noiva (ver A nova aposta da Paula Borges), a empresa familiar mantem-se atenta aos desafios e às oportunidades que lhe batem à porta.


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